segunda-feira, maio 19
Coisas de Pouca Monta
Estou em exposição, na Pinacoteca Potiguar, junto com a Sofia Bauchwitz. Coisas de Pouca Monta reúne e relaciona as imagens das duas artistas para montar uma exposição delicada e simples (que eu ainda não tive o prazer de conferir hehe). Ficamos em cartaz até o dia 31 de maio.
sábado, novembro 16
Nordeste Psicodélico
domingo, outubro 20
quinta-feira, outubro 10
segunda-feira, agosto 19
Perfoda-se: Um documentário sobre performance arte
Ano passado, participei da 2ª edição do Circuito Regional de Performance Bode Arte, em Natal/RN. Realizado de forma independente pelo Coletivo ES3, o Bode Arte reuniu artistas de performance/intervenção de todo o país. Nessa edição, apresentei a performance "Retratos: escolha de uma memória de infância - versão 3" (A primeira versão do trabalho, inclusive, foi apresentada no I Circuito Bode Arte) e o projeto fotográfico Retratos de Infância.
Este ano, foi lançado o vídeo Perforda-se: Um documentário sobre performance arte, fruto do trabalho de conclusão de curso das estudantes de Rádio e TV da UFRN, Williane Gomes e Vanessa Paula Trigueiro.
Este ano, foi lançado o vídeo Perforda-se: Um documentário sobre performance arte, fruto do trabalho de conclusão de curso das estudantes de Rádio e TV da UFRN, Williane Gomes e Vanessa Paula Trigueiro.
terça-feira, abril 2
Elefante
Em janeiro, gravei o curta-metragem Elefante (em fase de edição). A direção e o roteiro original são de Jota Mombaça e a captação de imagens de Rodrigo Sena. Foi o meu primeiro trabalho com o audiovisual e já fortemente experimental. A começar pelo roteiro. Jota escreveu o primeiro, que passou para as minhas mãos. A proposta era a de que eu o reescrevesse, acrescentando minhas próprias ideias e referências.
Nosso processo de criação teve algumas vivências, na Praça Cívica da UFRN e no Record's Motel, também local de gravação.
Não dá pra explicar sobre o que é Elefante. Eu posso dizer o que significa para mim. Eu acho que é um filme sobre apatia, impotência, silêncio. Talvez, principalmente silêncio porque, de alguma forma, a ideia do silêncio me toca.
Uma das coisas mais legais de ter feito esse filme foi que, logo no começo, eu disse que que queria dançar. Daí a gente tentou construir esse movimento de agonia. Um movimento que era, na verdade, uma paralisia. Eu tive uma série de oportunidades, nas vivências, nas gravações, de procurar essa dança em mim. Foi uma forma de conhecer melhor essas partes transparentes (transparentes porque elas estão bem diantes de nós, mas não vemos) que eu posso extrair do meu corpo.
terça-feira, novembro 13
Confesso
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| Foto: Richardson Sant'Anna |
Me sentar em um local visível com uma cadeira vazia ao lado, ter nas mãos uma caixa com confissões, esperar as pessoas chegarem uma a uma, ler os papeis para elas.
Esperar, chamar a primeira pessoa com um sinal com a mão, olhar as pessoas passarem, muitas, sem se ater a mim. Tentar interagir, tentar estar presente, minha mente foge, eu me canso. Me cansei rápido, rápido para uma performance, 1 hora e meia, foi um bom jeito de recomeçar. Ter dúvidas, como sempre. Me sentir estranha, chorar quando uma determinada pessoa se aproximou, entender porque eu fazia aquilo quando a primeira pessoa se identificou. 'Parece que você está falando de mim e não de você'. É porque nós somos todos parecidos. Eu queria ir embora e queria ficar. Se eu estou perdida, o vento pode me levar pra qualquer lugar. E em qualquer lugar, eu estarei observando.
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